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CPA 20 by Mind Map: CPA 20

1. IMPORTANTE

2. SFN

2.1. Órgãos de regulamentação

2.1.1. CMN

2.1.1.1. Regular a constituição e funcionamento das instituições financeiras.

2.1.1.2. Estabelecer Medidas de Prevenção e Correção de Desequilíbrios Econômicos.

2.1.1.3. Disciplinar Todos os Tipos de Crédito.

2.1.1.4. Importante: O CMN é responsável por determinar a meta de inflação.

2.1.2. BACEN

2.1.2.1. Autorizar e fiscalizar o funcionamento das Instituições Financeiras.

2.1.2.2. Emitir Moeda

2.1.2.3. Controlar Crédito e Capitais Estrangeiros

2.1.2.4. Executar a Política Monetária e Cambial

2.1.3. CVM

2.1.3.1. Regular e Fiscalizar os Valores Mobiliários;

2.1.3.2. Proteger o Investidor

2.1.3.3. Fomentar o mercado de capitais

2.1.4. SUSEP

2.1.4.1. Controlar e fiscalizar dos mercados de seguro, capitalização e previdência aberta;

2.1.4.2. Fiscalizar a constituição, organização, funcionamento e operação das Sociedades Seguradoras e Entidades de Previdência Privada Aberta;

2.1.4.3. Zelar pela liquidez e solvência das sociedades que integram o mercado

2.1.4.4. Proteger os investidores desses mercados.

2.1.5. PREVIC

2.1.5.1. Proceder à fiscalização das atividades das entidades fechadas de previdência complementar e das suas operações;

2.1.5.2. Autorizar: a constituição e o funcionamento das entidades fechadas de previdência complementar e a aplicação dos respectivos estatutos e dos regulamentos de planos de benefícios

2.1.5.3. Harmonizar as atividades das entidades fechadas de previdência complementar com as normas e as políticas estabelecidas para o segmento;

2.1.5.4. Decretar intervenção e liquidação extrajudicial das entidades fechadas de previdência complementar e nomear interventor ou liquidante, nos termos da lei;

2.1.6. AMBIMA

2.1.6.1. A ANBIMA é um Agente Regulador Privado, a associação das Instituições Financeiras à ANBIMA é voluntária, porém uma vez que a Instituição Financeira se associou à ANBIMA terá que cumprir as regras presentes em seus códigos.

2.1.6.2. Importante: Os Códigos da ANBIMA apenas complementam a legislação em vigor

2.2. Bancos

2.2.1. Comercial

2.2.2. Investimentos

2.2.3. Arrendamento Mercantil (Leasing); Crédito Imobiliário; Crédito, Financiamento e Investimento; e Desenvolvimento.

2.3. Corretoras e Distribuidoras

2.3.1. Operar em Bolsas de Valores;

2.3.2. Administrar Carteiras de Valores Mobiliários;

2.3.3. Administrar Clubes de Investimento;

2.3.4. Intermediar Operações de Câmbio;

2.3.5. Realizar Operações com metais preciosos.

2.3.6. Praticar Operações de Conta Margem.

2.4. Investidor qualificado

2.4.1. Investidor Qualificado

2.4.1.1. Pessoas naturais ou jurídicas que possuam investimentos financeiros em valor superior a R$ 1 milhão e que, adicionalmente, atestem por escrito sua condição de investidor qualificado mediante termo próprio;

2.4.1.2. Clubes de investimento, desde que tenham a carteira gerida por um ou mais cotistas, que sejam investidores qualificados.”

2.4.1.3. As pessoas naturais que tenham sido aprovadas em exames de qualificação técnica ou possuam certificações aprovadas pela CVM

2.4.2. Investidor Não residente

2.4.2.1. É considerado como investidor não-residente individual ou coletivo as pessoas físicas ou jurídicas, os fundos ou outras entidades de investimento coletivo, com residência ou sede no exterior.

2.4.3. Investidor Profissional

2.4.3.1. Instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil;

2.4.3.2. Companhias seguradoras e sociedades de capitalização;

2.4.3.3. Entidades abertas e fechadas de previdência complementar;

2.4.3.4. Fundos de investimento;

2.4.3.5. Clubes de investimento, desde que tenham a carteira gerida por administrador de carteira de valores mobiliários autorizado pela CVM;

2.4.3.6. Clubes de investimento, desde que tenham a carteira gerida por administrador de carteira de valores mobiliários autorizado pela CVM;

2.4.3.7. Agentes autônomos de investimento, administradores de carteira, analistas e consultores de valores mobiliários autorizados pela CVM, em relação a seus recursos próprios;

2.4.3.8. Investidor Não residente

3. Etica e Regulamentação

3.1. Tipo de risco

3.1.1. Imagem

3.1.2. Legal

3.2. Controles Internos

3.2.1. Segurança de Informação

3.2.2. Compliance

3.2.3. Conflito de Interesses

3.3. Lavagem de Dinheiro

3.3.1. Colocação

3.3.1.1. “Fase inicial, o objetivo é fazer o dinheiro proveniente de uma atividade ilegal passar pelo caixa”

3.3.2. Ocultação

3.3.2.1. “Fase em que os criminosos dificultar a identificação da origem”, exemplo a realização de inúmeras transferências

3.3.3. Integração

3.3.3.1. Fase final, quando dinheiro volta com aparência de “limpo”

3.4. Normas e Padrões Eticos

3.4.1. Informações privilegiadas

3.4.2. Insider Trader

3.4.3. Front Runner

3.4.4. Confidencialidade

3.4.5. Conflito de Interesses

3.5. Codigo de distribuilão de produtos de investimento

3.5.1. Segurança e Sigilo das Informações

3.5.2. Gestão de Riscos

3.5.2.1. Compatível com a natureza, porte, complexidade, estrutura, perfil de risco dos Produtos de Investimento distribuídos e modelo de negócio da instituição;

3.5.2.2. Proporcional à dimensão e à relevância da exposição aos riscos, segundo critérios definidos pela instituição; e

3.5.2.3. Adequada ao perfil de risco e à importância sistêmica da instituição.

3.5.3. Material Publicitário

3.5.4. Material Técnico

3.5.5. Avisos Obrigatórios

3.5.6. Conheça seu cliente

3.5.7. Suitability

3.5.7.1. Objetivo

3.5.7.1.1. o período em que será mantido o investimento

3.5.7.1.2. as preferências declaradas quanto assunção de riscos

3.5.7.1.3. e as finalidades do investimento.

3.5.7.2. Situação Financeira

3.5.7.2.1. o valor das receitas regulares declaradas

3.5.7.2.2. o valor e os ativos que compõem seu patrimônio

3.5.7.2.3. e a necessidade futura de recursos declarada.

3.6. API

3.6.1. O que elas devem verificar?

3.6.1.1. O produto, serviço ou operação é adequado aos objetivos de investimento do cliente? Para isso devem verificar o período que o cliente deseja manter o investimento, suas finalidades e suas preferências de risco.

3.6.1.2. A situação financeira do cliente é compatível com o produto, serviço ou operação? Para isso devem verificar os ativos e receitas declarados pelo cliente, assim como suas necessidades futuras de caixa.

3.6.1.3. O cliente possui conhecimento necessário para compreender os riscos relacionados ao produto, serviço ou operação? Para isso devem verificar os produtos que os clientes têm familiaridade, sua experiência com investimentos e sua formação acadêmica e profissional.

3.6.2. As pessoas habilitadas a atuar como integrantes do sistema de distribuição e os consultores de valores mobiliários não podem recomendar produtos, realizar operações ou prestar serviços sem que verifiquem sua adequação ao perfil do cliente, para isso elas devem verificar os seguintes pontos:

3.6.2.1. o produto, serviço ou operação é adequado aos objetivos de investimento do cliente;

3.6.2.2. a situação financeira do cliente é compatível com o produto, serviço ou operação; e

3.6.2.3. o cliente possui conhecimento necessário para compreender os riscos relacionados ao produto, serviço ou operação.

3.6.3. Na análise e classificação das categorias de produtos devem ser considerados, no mínimo:

3.6.3.1. os riscos associados ao produto e seus ativos subjacentes;

3.6.3.2. o perfil dos emissores e prestadores de serviços associados ao produto;

3.6.3.3. a existência de garantias; e

3.6.3.4. os prazos de carência.

3.6.4. Tipos de perfis

3.6.4.1. Conservador

3.6.4.2. Moderado

3.6.4.3. Agressivo

3.6.5. Fatores determinantes na indicação

3.6.5.1. Objetivo

3.6.5.2. Prazo

3.6.5.3. Risco

3.7. Finanças comportamentais

3.7.1. Disponibilidade

3.7.1.1. DECISÕES INFLUENCIADAS POR OCORRÊNCIAS E EVENTOS RECENTES NA MEMÓRIA DO INVESTIDOR

3.7.2. Representatividade

3.7.2.1. DECISÕES A PARTIR DE ASSOCIAÇÕES COM ESTEREÓTIPOS FORMADOS E DESPREZO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES PARA A TOMADA DE DECISÃO

3.7.3. Ancoragem

3.7.3.1. DECISÕES COM BASE EM INFORMAÇÕES E CONHECIMENTOS PRÉVIOS OU PRÉ- CONCEBIDOS

3.7.4. Aversão a perda

3.7.4.1. MANUTENÇÃO DE INVESTIMENTOS NÃO LUCRATIVOS E VENDA DE INVESTIMENTOS COM GANHO

3.7.5. Estruturação

3.7.5.1. INFLUÊNCIA NA DECISÃO DE INVESTIMENTO DA FORMA COMO AS ALTERNATIVAS OU O PROBLEMA É APRESENTADO (FRAMING)

4. Economia

4.1. Indicadores é economicos

4.1.1. PIB

4.1.1.1. PIB = C + I + G + NX

4.1.1.1.1. C = Consumo das famílias; ⯀ I = Investimentos das empresas; ⯀ G = Gastos do governo ⯀ NX = Exportações Líquidas (Exportações – Importações).

4.1.2. IPCA

4.1.2.1. + IPCA = + PREÇOS = - PODER DE COMPRA

4.1.3. IGP-M

4.1.3.1. ⯀ 60% do Índice de Preços por Atacado (IPA); ⯀ 30% do Índice de Preços ao Consumidor (IPC); ⯀ 10% do Índice Nacional de Custo de Construção (INCC).

4.1.4. PTAX

4.1.4.1. A PTAX é a taxa oficial de câmbio calculada pelo Banco Central e divulgada no Sisbacen. É calculada com base na média de todos os negócios com moedas estrangeiras realizados no mercado interbancário

4.1.4.1.1. Um aumento do ptax não afeta somente o custo de viagens ao exterior, mas também brasileiros que consomem somente ativos ou produtos denominados em reais. + PTAX = + PREÇOS DE PRODUTOS IMPORTADOS

4.1.5. TAXA SELIC

4.1.5.1. Meta

4.1.5.1.1. A Selic Meta é a taxa definida pelo Comitê de Política Monetária (COPOM) que serve de referência para as operações com títulos públicos durante sua vigência que é até a próxima reunião do COPOM, reunião essa que ocorre a cada 45 dias aproximadamente.

4.1.5.2. Over

4.1.5.2.1. Quando a Over está se distanciando do valor estabelecido como Meta, o Banco Central faz intervenções no mercado. Para isso, ele compra ou vende títulos, a fim de trazer o valor da Over para próximo da Meta definida.

4.1.6. DI

4.1.6.1. São os títulos de emissão das instituições financeiras que lastreiam as operações do mercado interbancário. Suas características são idênticas às de um CDB (título privado de renda fixa para a captação de recursos de investidores pessoas físicas ou jurídicas por parte dos bancos), mas sua negociação é restrita ao mercado interbancário.

4.1.6.1.1. Exemplo: Um CDB que rende 100% do DI vai render de acordo com a variação dessa taxa. Se o DI fechar o ano com 10%, esse CDB vai pagar 10%. Se o DI fechar o ano com 5%, esse CDB vai pagar 5%.

4.1.7. TR

4.1.7.1. É a sigla para Taxa Referencial, taxa de juros calculada e divulgada pelo Banco Central com Base nas Letras do Tesouro Nacional (LTNs), título público prefixado sem cupom. A média de rendimento das LTNs forma uma taxa chamada Taxa Básica Financeira(TBF).

4.1.7.1.1. A TR é utilizada para correção das aplicações de poupança, Títulos da Dívida Agrária (TDA), saldo do FGTS assim como o reajuste das prestações de financiamento do Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

4.2. Politica Monetária

4.2.1. Política

4.2.1.1. Atuação do governo sobre a oferta monetária e a taxa de juros. + Moeda = Política Monetária Expansionista - Moeda = Política Monetária Reducionista

4.2.1.1.1. Reducionista

4.2.1.1.2. Expansionista

4.2.2. Selic Meta

4.2.2.1. O Banco Central brasileiro executa sua política monetária de acordo com o sistema de metas de inflação. Isso quer dizer que para o BC as metas de inflação são mais importantes do que as demais metas

4.2.3. Open Market (Mercado Aberto)

4.2.3.1. As operações de mercado aberto constituem o principal instrumento de política monetária e consiste na compra e venda de títulos públicos federais no mercado secundário pelo Banco Central.

4.2.3.1.1. Quando o BACEN compra títulos públicos ele coloca dinheiro no mercado e expande a oferta monetária e quando ele os vende retira dinheiro do mercado (“enxuga a liquidez”), reduzindo a oferta de moeda e consequentemente a atividade econômica.

4.2.4. Depósito Compulsório

4.2.4.1. Depósito que os bancos comerciais são obrigados a fazer no Banco Central para manter o sistema financeiro solvente.

4.2.4.1.1. ara os depósitos à vista (conta corrente) os bancos são obrigados a depositar 45% no banco central, restando apenas os outros 55% para que possam fazer operações de empréstimo. Existem limites internacionais definidos nos acordos de Basiléia (acordo entre os bancos de todo o mundo).

4.2.5. Operação de Redesconto

4.2.5.1. Como vimos no tópico de CDI, os bancos costumeiramente tomam dinheiro emprestado um do outro. Acontece que, às vezes, os bancos não recorrem ao mercado financeiro, e sim à autoridade monetária. Recorrem, portanto, ao Banco Central.

4.2.5.1.1. Taxa de redesconto é a taxa de juros cobrada pelo Bacen nos empréstimos de liquidez.

4.2.6. Ibovespa

4.2.7. Benchmark

4.2.8. COPOM

4.2.8.1. Implementar a Política Monetária

4.2.8.2. Analisar o Relatório de Inflação

4.2.8.3. Definir a Taxa Selic e seu eventual viés

4.2.9. Relação entre Juros e Atividade Econômica

4.2.9.1. Aumento do Juros

4.2.9.1.1. Aumento na Taxa de Juros = Redução na atividade econômica. Tomadores de empréstimo diminuem o crédito devido ao alto preço, reduzindo o consumo. Investidores elevam os seus investimentos devido aos retornos mais elevados;

4.2.9.2. Diminuição do Juros

4.2.9.2.1. Redução na Taxa de Juros = Aumento na atividade econômica. Tomadores de empréstimo aumentam o crédito devido ao preço mais baixo, elevando o consumo e investidores reduzem suas aplicações devido ao retorno mais baixo e elevam o consumo (pessoa física) e o investimento em suas atividades (empresas).

4.3. Politica Fiscal

4.3.1. Política

4.3.1.1. Atuação do governo sobre a economia através do controle dos Gastos (Investimento, folha de pagamento, transferências, etc.) e Receitas (impostos, taxas, contribuições, lucro de empresas públicas e economia mista, etc.).

4.3.2. Superávit e Déficit Fiscal

4.3.2.1. Superávit: Receitas > Gastos Déficit: Receitas < Gastos

4.3.3. Expansionista

4.3.3.1. Aumento do Déficit implica em expansão: Redução das receitas (ex: redução dos impostos -> IPI dos automóveis na crise de 2008) e Elevação dos Gastos (ex. Aumento no orçamento do PAC). A Política Fiscal Expansionista também é conhecida como política keynesiana.

4.3.4. Reducionista

4.3.4.1. Aumento do Superávit implica em retração: Aumento das receitas (Ex: Elevação dos impostos) e Redução dos Gastos (Ex. Corte de R$ 50 bi no orçamento da união de 2011). A Política Fiscal Reducionista é utilizada para conter a inflação.

4.4. Politica Cambial

4.4.1. Reservas Cambiais

4.4.1.1. Total de Moeda Estrangeira (principalmente dólares) em posse Banco Central. As Reservas Cambiais são consequência do superávit no Balanço de Pagamentos

4.4.2. Regimes de Câmbio

4.4.2.1. Fixo: Taxa determinada pelo governo.

4.4.2.2. Flutuante: Taxa determinada pelo Mercado. • Flutuação Limpa – Sem intervenção do Banco Central. • Flutuação Suja (Dirty Floating) – Intervenção do Banco Central (compra e venda para estabilizar o mercado). Ex: Brasil.

4.5. Taxa de Juros Real e Nominal

4.5.1. Real

4.5.2. Nominal

4.6. Capitalização Simples e Composta

4.6.1. Simples

4.6.1.1. Fórmula -> M = C (1 + i.n) Onde: M = Montante (Valor Futuro) C = Capital Inicial (Valor Presente) i = Taxa de Juros. n = Número de Períodos (tempo).

4.6.1.1.1. TAXA PROPORCIONAL

4.6.2. Composta

4.6.2.1. Fórmula -> M = C (1 + i)^n Onde: M = Montante (Valor Futuro) C = Capital Inicial (Valor Presente) i = Taxa de Juros. n = Número de Períodos (tempo).

4.6.2.1.1. TAXA EQUIVALENTE

4.7. Amortizaçaõ

4.7.1. Amortização é a parte do pagamento que reduz o saldo devedor. Quando efetuamos o pagamento de uma parcela do financiamento de um carro, por exemplo, uma parte do pagamento se deve aos juros e o que sobra é amortização, justamente a parte que vai reduzir o saldo devedor do financiamento.

5. Fundos de Investimentos

5.1. RENDA VARIÁVEL

5.1.1. AÇÕES

5.1.1.1. Ordinarias

5.1.1.1.1. Direito a voto

5.1.1.2. Preferênciasis

5.1.1.2.1. Preferência em dividendos

5.1.1.3. ADR's

5.1.1.3.1. Ação nao americana negociada noS EUA

5.1.1.4. BDR's

5.1.1.4.1. Ação nao braseileira negociada no Br

5.1.1.5. Subscrição

5.1.1.5.1. Direito de prioridade concedido ao já acionista na aquisição de novas ações da empresa. Conhecido como Direito de Subscrição. As empresas podem lançar novas ações para financiar novos projetos. Nessa situação, acionistas que não adquirirem novas ações terão sua participação reduzida no capital da companhia.

5.1.1.6. Direito dos acionistas

5.1.1.6.1. Dividendos

5.1.1.6.2. JCP

5.1.1.6.3. Bonificação

5.1.1.7. Tipos de Ofertas

5.1.1.7.1. Primária

5.1.1.7.2. Secundária

5.1.1.8. Preço

5.1.1.8.1. Fluxo de Caixa

5.1.1.8.2. P/L

5.1.1.8.3. EBITDA

5.1.1.8.4. VE/EBITDA

5.1.1.9. Tipos de Análise

5.1.1.9.1. Fundamentalista

5.1.1.9.2. Técnica

5.1.1.10. Desdobramento(Split)

5.1.1.11. Agrupamento(Inplit)

5.1.1.12. Governança

5.1.1.12.1. Novo Mercado

5.1.1.12.2. Nivel 2

5.1.1.12.3. Nivel 1

5.1.1.13. TRIBUTAÇÃO

5.1.1.13.1. Alíquotas

5.1.1.13.2. Base de calculo

5.1.1.13.3. Responsável

5.1.1.13.4. Prazo

5.1.1.13.5. IR RETIDO DA FONTE

5.1.1.13.6. Pessoa Física que fizer operações normais cujos valores das vendas no mês calendário somados sejam inferiores a R$ 20 mil estarão isentas de recolher IR.

5.1.1.13.7. Day trade

5.1.1.13.8. COMPENSAÇÃO DE PERDAS NO PAGAMENTO DO IR

5.2. RENDA FIXA

5.2.1. Títulos Públicos Federais

5.2.1.1. LFT: Letra Financeira do Tesouro(Tesouro Prefixado)

5.2.1.1.1. Pré Fixado

5.2.1.2. LTN: Letra do Tesouro Nacional (Tesouro Selic)

5.2.1.2.1. Pós Fixado

5.2.1.3. NTN-B – Tesouro IPCA com juros semestrais

5.2.1.3.1. Juros + IPCA

5.2.1.4. NTN-F – Tesouro prefixado com juros semestrais

5.2.1.4.1. Pré fixado

5.2.1.5. NTN-B Principal Tesouro IPCA

5.2.1.5.1. Juros + IPCA

5.2.2. Títulos Privados Bancários

5.2.2.1. CDB

5.2.2.1.1. Pré Fixado

5.2.2.1.2. Pós Fixado

5.2.2.1.3. TRIBUTAÇÃO

5.2.2.2. Letra Financeira

5.2.2.2.1. Prazo Mínimo: 24 meses

5.2.2.2.2. Valor Mínimo: 150 mil (ou 300mil para Letras Subordinadas)

5.2.2.2.3. Cupom: Mínimo 180 dias

5.2.2.2.4. TRIBUTAÇÃO

5.2.2.3. DEPÓSITO À PRAZO COM GARANTIA ESPECIAL (DPGE)

5.2.2.3.1. É um título emitido por instituições financeiras para captação de recursos, conferindo ao seu detentor um direito de crédito contra o emissor. Este título está elegível à cobertura do FGC, até o montante de 20 milhões

5.2.2.3.2. O prazo de resgate é determinado no momento da contratação, mas não pode ser inferior a 6 meses nem superior a 36. Uma característica importante é a de não poder ser resgatado antecipadamente nem parcialmente.

5.2.3. Títulos Corporativos

5.2.3.1. Debêntures

5.2.3.1.1. Títulos de médio e longo prazo emitidos por sociedades anônimas (S.A.) não financeiras

5.2.3.1.2. As debêntures podem ter diferentes prazos e formas de remuneração (TR, taxa DI, IPCA, etc.)

5.2.3.1.3. Garantias

5.2.3.1.4. Prazo Minimo

5.2.3.1.5. Agente Fiduciário

5.2.3.1.6. Incentivada

5.2.3.2. Nota Promissória

5.2.3.2.1. Título privado de financiamento de curto e médio prazo. As Notas Promissórias (NPs) também conhecidas como Commercial Paper

5.2.3.2.2. Prazo Minimo

5.2.3.2.3. Prazo Máximo

5.2.3.2.4. TRIBUTAÇÃO

5.2.3.2.5. Não possui garantia real

5.2.4. Títulos do segmento Agrícola

5.2.4.1. CÉDULA DE PRODUTOR RURAL – CPR

5.2.4.1.1. Título de crédito no qual o emitente é um produtor rural ou uma cooperativa rural que vende antecipadamente sua produção, ou seja, serve para custeio

5.2.4.1.2. Possui isenção de IR para pessoa física.

5.2.4.2. LETRA DE CRÉDITO DO AGRONEGÓCIO – LCA

5.2.4.2.1. Títulos emitidos apenas por bancos ou cooperativas de crédito, logo é garantido pelo FGC

5.2.4.2.2. Possui isenção de IR para pessoa física

5.2.4.3. CERTIFICADO DE DIREITOS CREDITÓRIOS DO AGRONEGÓCIO – CDCA

5.2.4.3.1. Títulos nominativos de livre negociação emitidos por cooperativas rurais e PJs, vinculado a direitos creditórios oriundos do agronegócio.

5.2.4.3.2. Possui isenção de IR para pessoa física.

5.2.4.4. CERTIFICADO DE RECEBÍVEIS DO AGRONEGÓCIO – CRA

5.2.4.4.1. O CRA representa direitos creditórios do agronegócio

5.2.4.4.2. Possui isenção de IR para pessoa física. Não possuem garantia do FGC.

5.2.5. Títulos do segmento Imobiliário

5.2.5.1. CRI

5.2.5.1.1. Valor Mobiliário com Lastro em Crédito Imobiliários de Emissão Exclusiva de Companhias Securitizadoras.

5.2.5.1.2. Sem Garantia do FGC;

5.2.5.1.3. Pode ter o imóvel como garantia (Alienação Fiduciária ou Hipoteca)

5.2.5.1.4. Isenção do imposto de renda para pessoa física;

5.2.5.2. LCI

5.2.5.2.1. Emissão exclusiva de instituições financeiras autorizadas pelo Banco Central, com carteira de crédito imobiliário;

5.2.5.2.2. Possui Lastros nos créditos imobiliários, mas não garantia;

5.2.5.2.3. Garantia do emissor e FGC

5.2.5.2.4. Isenção do imposto de renda para pessoas física;

5.2.5.2.5. PESSOA JURÍDICA. A Até 180 dias 22.5% De 181 dias a 365 dias 20% De 365 dias a 720 dias 17.5% Acima de 720 dias 15%

5.2.6. POUPANÇA

5.2.6.1. Baixa Remuneração;

5.2.6.2. Alta Liquidez – Paga os juros no aniversário de 1 mês do depósito.

5.2.6.3. Pessoas Físicas são isentas de IR.

5.2.6.4. Pessoas Jurídicas sem fins lucrativos também são isentas. Ex.: Condomínios de Apartamentos

5.2.6.5. Remuneração

5.2.6.5.1. TR + 70% SELIC

5.2.6.5.2. TR + 0.5 a.m

5.2.7. TRIBUTAÇÃO EM RENDA FIXA

5.2.7.1. Prazos e Alíquotas

5.2.7.1.1. Até 180 dias 22.5% De 181 dias a 365 dias 20% De 365 dias a 720 dias 17.5% Acima de 720 dias 15%

5.2.7.2. Recolhimento

5.2.7.2.1. Rendimentos de pessoas físicas (PF) isentos na fonte para os títulos e produtos de crédito relacionados ao mercado imobiliário e do agronegócio: LH, CRI, LCI, CDA, WA, CDCA, LCA, CRA, CPR e caderneta de poupança.

5.2.7.2.2. No caso de renda fixa é a pessoa jurídica que estiver efetuando os pagamentos dos rendimentos.

5.2.7.3. FGC

5.2.7.3.1. Depósitos à vista ou sacáveis mediante aviso prévio

5.2.7.3.2. • Depósitos de poupança;

5.2.7.3.3. Depósitos a prazo, com ou sem emissão de certificado (CDB/RDB)

5.2.7.3.4. Depósitos mantidos em contas não movimentáveis por cheques destinadas ao registro e controle do fluxo de recursos referentes à prestação de serviços de pagamento de salários, vencimentos, aposentadorias, pensões e similares;

5.2.7.3.5. Letras de câmbio (LC);

5.2.7.3.6. Letras imobiliárias;

5.2.7.3.7. Letras hipotecárias (LH);

5.2.7.3.8. Letras de crédito imobiliário (LCI);

5.2.7.3.9. Letras de crédito do agronegócio (LCA);

5.2.7.3.10. Operações compromissadas que têm como objeto títulos emitidos após 8 de março de 2012 por empresa ligada.

5.2.7.3.11. Além disso, o FGC também oferece cobertura de até R$ 20 milhões para o DPGE (Depósito a Prazo com Garantia Especial)

5.2.7.4. ISENTOS

5.2.7.4.1. LH

5.2.7.4.2. CRI

5.2.7.4.3. LCI

5.2.7.4.4. CDA

5.2.7.4.5. CDCA

5.2.7.4.6. LCA

5.2.7.4.7. CRA

5.2.7.4.8. CPR

5.2.7.4.9. Poupança

5.3. DERIVATIVOS

5.3.1. Derivativo é um contrato no qual se estabelecem pagamentos futuros, cujo Montante é calculado com base no valor assumido por uma variável, tal como o preço de outro ativo (ex.: uma ação ou commodity), a inflação acumulada no período, a taxa de câmbio, a taxa básica de juros ou qualquer outra variável dotada de significado econômico. Derivativos recebem esta denominação porque seu preço de compra e venda deriva do preço de outro ativo, denominado ativo-objeto.

5.3.2. Tipos

5.3.2.1. Termo

5.3.2.1.1. Risco de crédito entre as partes.

5.3.2.1.2. Baixa Liquidez

5.3.2.1.3. Posição mantida até o vencimento;

5.3.2.1.4. Contratos sem padronização;

5.3.2.1.5. Contrato adequado às partes;

5.3.2.1.6. Prazo entre 16 a 999 Dias

5.3.2.2. Contrato Futuro

5.3.2.2.1. Contrato padronizado quanto a: quantidade do ativo, tipo, qualidade, vencimento, etc;

5.3.2.2.2. Liquidação: física ou financeira;

5.3.2.2.3. Margem de garantia: depósito que deverá se efetuado por ambas as partes (comprador e vendedor) e pode ser em: dinheiro, carta de fiança, títulos públicos ou privados;

5.3.2.2.4. Preço de liquidação: igual ao mercado à vista;

5.3.2.2.5. Possui alta liquidez

5.3.2.2.6. Ajuste diário

5.3.2.3. SWAP

5.3.2.3.1. pode ser utilizada pelos investidores como instrumento de “hedge”, para converter operações prefixadas em pós-fixadas

5.3.2.3.2. Eliminação do risco de alta da taxa de juros;

5.3.2.3.3. Administração de risco de exposição cambial

5.3.2.3.4. Transferência de Risco

5.3.2.4. Opções

5.3.2.4.1. O Comprador ou Titular adquire o DIRETO de comprar ou vender determinado ativo a um preço prefixado O Vendedor ou Lançador possui a Obrigação de comprar ou vender determinado ativo a um preço prefixado

5.3.2.4.2. Titular

5.3.2.4.3. Lançador

5.3.2.4.4. Call e Put

5.3.2.4.5. Ativo-Objeto

5.3.2.4.6. Data de Vencimento

5.3.2.4.7. Strike Price

5.3.2.4.8. Opção Coberta

5.3.2.4.9. Opção Descoberta

5.4. CERTIFICADO DE OPERAÇÕES ESTRUTURADAS

5.4.1. O COE tem como finalidade ser uma alternativa de captação de recursos para os bancos, ao mesmo tempo em que proporciona diversificação para os investidores, possibilitando acesso a novos mercados e novas estratégias, com menor custo e mais eficiência em relação a adquirir diversos ativos separados.

5.4.2. Tipos

5.4.2.1. Digital

5.4.2.2. Duplo Indexador

5.4.2.3. Participação

5.4.2.4. Volatilidade

5.4.3. Valor Nominal Protegido (VNP)

5.4.4. Valor Nominal em Risco (VNR)

5.5. NEGOCIAÇÃO, LIQUIDAÇÃO E CUSTÓDIA

5.6. IPO

5.7. CODIGO ANBIMA